12 janvier 2015

Benlhevai en Destaque / Benlhevai on the Front Page / Benlhevai à la Une

                                   Bem Saude

 

Aldeias de Vila Flor lideram mercados dos

cogumelos às águas com gás :

Vila Flor, Bragança, 22 dez (Lusa) -- Algumas aldeias de Vila Flor, no distrito de Bragança, contrariam o cenário generalizado de abandono do meio rural com o nome associado a marcas líderes de mercado e a uma concentração de investimentos garante de algumas centenas de postos de trabalho.

A aldeia de Benlhevai pôs os portugueses a comer cogumelos há 25 anos, sendo a sede do maior produtor ibérico do setor, criado por um empresário local. E em Sampaio, no mesmo concelho, jorram nascentes naturais de águas gaseificadas que curavam maleitas digestivas, foram vendidas em farmácias e inspiraram uma nova líder de mercado, com os sabores da Frize.

Totalizam mais de 200 postos de trabalho a que se juntam mais de uma centena, divididos pelo centro de apoio e manutenção da Ascendi - a concessionária das novas estradas IP2 e IC5, que se cruzam neste concelho da Terra Quente -, pela Capsfil, uma pedreira do grupo Mota-Engil para pavimentos rodoviários, da Resíduos do Nordeste e da DouroGás, que investiu num posto de abastecimento de Gás Natural Veicular para frotas de camiões.

A Santa Casa da Misericórdia lidera como maior empregadora, com 220 postos de trabalho num concelho com menos de 6.500 habitantes.

O setor agrícola marca também a dinâmica empresarial com as novas potencialidades do alargamento do regadio no Vale da Vilariça, terra fértil em hortícolas e pomares de citrinos e pêssego distribuídos por grandes superfícies.

Uma "economia muito sustentada" que faz de Vila Flor "o segundo ou terceiro maior exportador do distrito" de Bragança, segundo o presidente da Câmara, Fernando Barros, que aponta ainda as "grandes empresas agrícolas", com destaque para os mercados do vinho e do azeite.

Em pleno Vale da Vilariça está instalada uma das fábricas da Sumol/Compal, responsável pelas águas com gás natural Frize que foi mostrada, no início de dezembro, junto com as empresas locais de cogumelos, como exemplo de investimento sustentável, no evento Smart Travel, que reuniu no Nordeste Transmontano especialistas em soluções inteligentes, o chamado conceito "smart".

Há mais de um século que há registo da exploração das "milagrosas" águas com gás natural na zona de Sampaio.

"Eram um remédio milagroso, davam para tudo e até para tomar banhos", recorda José Afonso Lopes, natural do concelho e atual responsável pela manutenção.

Da exploração artesanal que era feita pela família Morais já nada resta e, há 20 anos, aquelas que foram vendidas como águas Bem Saúde deram lugar à Frize, com a aquisição por parte pela Fonte Netura. Mais tarde, chegou o grupo Sumol Compal, introduziu a novidade dos sabores e criou uma marca líder, sobretudo com o sabor a limão.

Em Sampaio são produzidos oito milhões de litros por ano, desde a extração, ao processo de separação do gás natural e reintrodução do mesmo, engarrafamento, rotulagem e armazenamento.

A empresa emprega 27 pessoas. Já teve o dobro.

O responsável local garante que a apesar de a crise ter travado o crescimento, a produção está "estabilizada".

Na aldeia de Benlhevai crescem os cogumelos, desde que há 25 anos o jovem Artur Sousa descobriu os "champignon" numa viagem e a França e decidiu "importar" o negócio, numa época em que os fungos ainda não eram moda na culinária portuguesa.

Começou com seis salas de produção na aldeia de Benlhevai, onde continua a empresa-mãe, com cerca de 170 postos de trabalho daquele que se transformou num grupo com mais unidades em Paredes, Vila Real e Espanha, e com perspetivas de expansão que não revela "por uma questão de estratégia".

De Benlhevai saem para todas as unidades, por semana, 400 toneladas do composto conhecido na zona pelo característico cheiro e que permite produzir semanalmente 170 toneladas de cogumelos.

Mais de metade, "60 a 70%" é exportada para Espanha, França e Holanda, como explicou Amável Teixeira, diretor do departamento de produção do grupo, que conquistou 90% do mercado português de cogumelo fresco e enlatado.

A Sousacamp emprega direta e indiretamente "700 pessoas, 170 na empresa-mãe".

Da mesma família, mas com um negócio à parte, um irmão, Eurico de Sousa, criou há 20 anos a Micellium, que produz cogumelos em fresco e produtos transformados, com a marca Alfunghi, dos quais se destaca a alheira de cogumelos, que é produto patenteado, os cogumelos de azeite de ervas finas e pudim de cogumelos.

A organização da empresa assenta num modelo de franchisado e, "nos próximos cinco dez anos", Eurico Sousa ambiciona instalar 20 franchisados em Trás-os-Montes e mais dez a nível nacional, em zonas estratégicas".

Com 40 postos de trabalho, comercializa 15 toneladas por semana em fresco e fatura cerca de dois milhões de euros por ano.

"Há aqui um conhecimento que pode criar riqueza", realça o autarca local, defensor da criação de um centro de investigação do cogumelo em torno deste núcleo de Benlhevai.

                                   Fonte => Agencia Lusa

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Inverno em Benlhevai, Winter in Benlhevai, Hiver à Benlhevai !...

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08 janvier 2015

Apanha da azeitona em Benlhevai, Olive harvesting in Benlhevai, Cueillette des olives à Benlhevai !...

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06 janvier 2015

Cantar os Reis em Benlhevai !...

 O dia de Reis comemora-se no dia 6 de Janeiro.

Em Portugal a quem sair a fava do Bolo Rei deve pagar o bolo no ano seguinte.

Grupos de pessoas juntam-se e vão pelas portas Cantar os Reis que são canções tradicionais da vida de Jesus e saudações à família e donos da casa.

O canto pode ser acompanhado por instrumentos populares como: o reco-reco, os ferrinhos, o bombo, o acordeão e a viola.

Depois de cantarem, os donos da casa, convidam os reizeiros para entrar e oferecem-lhes comida e bebida.

O Cantar de Reis começa no dia 5 de Janeiro e vai até ao dia 20.

Em certas regiões as pessoas oferecem azeite novo para alimentar as  candeias da igreja ou capela da sua terra, em homenagem às almas dos familiares que já morreram.

 

Algumas das canções, cantadas de porta em porta pelas ruas de Benlhevai nos tempos de Outrora :

 

Inda agora aqui cheguei,

Pus o pé nesta escada,

Logo o meu coração disse,

Aqui mora gente honrada

             * * * * *

Quem diremos nós que viva,

Na folhinha da oliveira

Viva a senhora desta casa

Que é uma boa cozinheira

             * * * * *

A silva que nasce em casa,

Vai beber a cantareira,

Viva o senhor desta casa,

Mais a sua companheira.

             * * * * *

Esta casa está caiada,

Do telhado até ao chão,

Os senhores que nela moram,

Deitem cá um salpicão.

 

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02 janvier 2015

20° Convivio Benlhevaiense !...

Que esta iniciativa se repita ainda por muitos e longos anos !...

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01 janvier 2015

Feliz Ano Novo / Happy New Year / Bonne Année !...

                           2015

Que nesse ano possamos sonhar,

E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,
Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,
Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,
Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.
E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”

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31 décembre 2014

Tempos de Outrora / Time of Formerly / Temps d'Autrefois !...

ja là vão 22 anos - Ano Novo (1993) em Benlhevai !...              

                    

                                                Benlhevai 1993

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23 décembre 2014

Benlhevai en Destaque / Benlhevai on the Front Page / Benlhevai à la Une

Benlhevai: Maior produtor de cogumelos 

queixa-se de falta de mão-de-obra :

O principal grupo ibérico de cogumelos, Sousacamp, queixa-se da dificuldade

em encontrar mão-de-obra para a empresa-mãe, sediada na aldeia de Benlhevai,

Vila Flor, no distrito de Bragança.

                                  Benlhevai

O grupo que controla 90% do mercado português de cogumelos e é líder na Península Ibérica tem unidades em Paredes, Vila Real e Espanha, mas nasceu e mantém a sede e a principal fábrica nesta aldeia transmontana.

É nesta unidade, com cerca de 170 postos de trabalho, que tem a maior dificuldade em recrutar trabalhadores e onde continua a precisar de mão-de-obra, segundo afirmou à Lusa Amável Teixeira, diretor do departamento de produção do grupo.

"Muita gente fala de desemprego, mas nós continuamos a ter problemas quando queremos empregar pessoas", apontou.

O responsável reconhece que tanto neste concelho, com menos de 6.500 habitantes, como em todo o Nordeste Transmontano, os recursos humanos são cada vez menos, devido ao despovoamento e ao envelhecimento da população.

Porém, afirmou não entender "porque é que as pessoas não migram para o Interior", onde " a qualidade de vida será muito melhor do que no Litoral".

Ainda assim, segundo disse, a maioria das pessoas que trabalha na fábrica de Benlhevai é do concelho de Vila Flor, mas a empresa é "obrigada a ir buscar [trabalhadores] ao exterior", alguns a Espanha e outros de países do Leste europeu.

Quem quiser trabalhar, "tem aqui uma oportunidade, depois há que demonstrar que quer mesmo trabalhar", vincou o diretor.

O concelho de Vila Flor apresenta uma taxa de desemprego que ronda os 10,7%, inferior à média nacional.

O presidente da Câmara, Fernando Barros, encontra uma explicação para este desajustamento entre o desemprego, as necessidades da empresa e a disponibilidade da população ativa.

"Muitas vezes tem a ver com o valor que é pago", considerou, argumentando que pode prender-se também com o problema das deslocações porque "há sempre algumas distâncias entre o local de trabalho e a origem das pessoas", embora a empresa em causa disponibilize transporte aos seus trabalhadores.

Outra razão apontada pelo autarca tem a ver com o grau de exigência destas empresas e a cultura laboral existente numa região onde o trabalho em fábricas é escasso.

"São empresas também muito exigentes porque quando o cogumelo tem de ser colhido, tem mesmo de ser colhido, de dia ou de noite, ou ao sábado ou ao domingo ou num dia de semana. É natural que, às vezes, as pessoas não queiram trabalhar por turnos, por exemplo, mas isso é aqui e é em todo o lado", concretizou.

                                             Fonte =>  Noticias au minuto

 

                                         

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21 décembre 2014

Tempos de Outrora / Time of Formerly / Temps d'Autrefois

                                                Familia Azevedo de Benlhevai

                                   FamiliaAzevedo

 

 1-Eurico Pinto Azevedo

 2-Maria Raquel Azevedo

 3-Florinda Azevedo

 4-Sebastião Azevedo

 5-albina pinto azevedo(mae do laurentino e irmaos)

 6-antoniha pinto azevedo(mae de todos os azevedos)

 7-maria augusta azevedo macedo

 8-alberto azevedo(pai da izaltina e irmãos)

 9-josé azevedo

10-Francisco diogo azevedo

11-manuel maria azevedo(sogro do sr Aristides)

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Benlhevai em fotografias / Benlhevai in photos / Benlhevai en photos !...

       Benlhevai 00           Benlhevai 01           Benlhevai 02

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